Dúvidas Frequentes

Sempre surgem muitas dúvidas sobre os benefícios e as possibilidades que o método Pilates pode trazer, pensando nisso, colocamos abaixo as principais dúvidas dos nossos alunos:

O Pilates pode ajudar na perda de peso, sim. Mas o seu objetivo não é a queima de calorias, pois não é uma atividade cardiovascular. O foco do Pilates está em tonificar a musculatura, deixando o corpo mais delineado. A produção de massa magra promovida pelo método estimula o metabolismo e pode acelerar o emagrecimento. Mas para quem quer emagrecer, os especialistas recomendam combinar a prática do Pilates com uma alimentação balanceada e atividades aeróbicas como caminhada, corrida, bicicleta ou natação. A quantidade de calorias queimadas também vai depender do seu biotipo corporal e do nível de esforço que você faz. Atividades como o Pilates, que priorizam a qualidade dos movimentos, ajudam a reduzir a ansiedade e o estresse. Além disso, praticar exercícios melhora a autoestima e estimula um estilo de vida saudável, que estão diretamente relacionadas com a perda de peso

O ideal é alimentar-se, no máximo, até meia hora antes, se a ingestão de alimentos não for exagerada, como no caso dos lanches. E duas horas antes, quando for uma das refeições principais. E atenção: exercitar-se de barriga vazia também é ruim, porque pode baixar o nível de açúcar no sangue e provocar mal-estar, tontura ou até desmaio.

ANTES
O ideal é comer pequenos lanches de pão com queijo, frutas ou sucos naturais, bolachas sem recheio, barrinhas de cereais ou frutas. Esses alimentos podem ser ingeridos até meia hora antes dos exercícios, pois são de baixo ou médio índice glicêmico – ou seja, contêm pouco carboidrato – e, por isso, não interferem muito no nível de açúcar do sangue. Fibras e nutrientes ricos em proteínas devem ser evitados, porque exigem um esforço muito maior para serem digeridos, o que aumenta a possibilidade de atrapalhar o rendimento do corpo durante as atividades.

APÓS
O melhor é priorizar alimentos ricos em carboidratos, para repor rapidamente a energia do organismo. Se quiser, recorra também a proteínas – que recuperam as fibras musculares exigidas nos exercício –, vitaminas e minerais, que combatem os radicais livres (moléculas que aceleram o envelhecimento do organismo) gerados pela atividade física.

Se você já pratica outro esporte ou qualquer atividade física, recomendamos 1 ou 2 vezes por semana. Porém, se você é sedentário, de 2 a 3 vezes por semana é o ideal.

Você não precisa praticar todos os dias para obter resultados, variar exercícios de Pilates com atividades aeróbicas tais como caminhada, dança ou futebol são ótimas opções para se ter um corpo saudável e livre de dores.

Para responder a esta pergunta é preciso avaliar a intensidade do treino, a frequência semanal das aulas e o tipo de corpo do aluno.

Cada metabolismo reage de maneira diferente. Uns respondem mais rápido ao treino e outros demoram um pouco mais. Os resultados também dependem da alimentação. Mas em média, levando-se em consideração 2 aulas por semana, com duração de 1 hora cada, pode-se observar diferenças a partir do 1º mês.

Lembramos que as primeiras diferenças nem sempre são estéticas, mas abrangem principalmente o alongamento e a postura corporal.

“Com 10 sessões você perceberá a diferença, com 20 sessões os outros perceberão e com 30 sessões você terá um novo corpo.”- Joseph pilates

O método Pilates é eficaz na redução das dores na região lombar apresentadas durante a gestação.

A prática de atividade física regular, moderada, controlada e orientada pode produzir efeitos benéficos sobre a saúde da gestante e do feto, já que os estudos comprovaram que gestantes que se exercitaram durante todos os três trimestres da gestação, tenderam a ter bebês com peso maior do que aquelas que eram sedentárias.

A atividade física durante a gestação pode também diminuir as dores do parto, contribuindo para que as gestantes fisicamente ativas tolerem melhor o trabalho de parto, principalmente os mais prolongados, do que aquelas não treinadas ou do que aquelas que se exercitavam apenas esporadicamente.

A instabilidade lombar é apontada como causa primária e secundária da lombalgia, levando ao aumento da mobilidade do segmento vertebral, discopatias (hérnia de disco principalmente), sobrecarga e compressão de raízes nervosas.

Para ficar longe da dor, um trabalho de reforço focado na estabilização lombar pode ajudar. Basta aprender a contrair os músculos profundos da parede abdominal e da coluna lombar e praticar essas contrações no dia-a-dia.

O Pilates pode ajudar muito, já que atua focado no Core (abdominais, glúteos, quadrado lombar, eretor da espinha) e preocupa-se com a estabilização da coluna.